Hoje almocei em casa. Quando cheguei, liguei a TV e estava a dar um programa na SIC (a Fátima, acho eu, apesar de ser agora com a Merche, aquela ganda “maluca”). O assunto, na altura, era uma senhora, mãe de 4 filhos, que tinha decidido pedir ajuda Fátima porque tinha um filho com sete anos que ainda mamava (nela) e que lhe causava grandes problemas físicos e psicológicos (porque seria?). Bom… até aqui tudo bem. Aliás, o programa da “Fátima” (ou do Goucha, para casos mais apaneleirados) é o sítio ideal para, quando alguém tem um problema de saúde, pedir ajuda. Médicos? Nã… Programa da Fátima! – “Ai e tal, tenho um problema na coluna que me apanha esta zona toda.” – “Já foi ao médico”. – “Eu? nada! Vou ao programa da Fátima porque lá encontro a cura”.

Bem, mas voltando ao assunto. A senhora levou o seu problema ao programa porque o filho ainda mamava nas maminhas dela. Tadito… E a senhora não sabia o que mais podia fazer para terminar com esta situação. Eu ainda exclamei – “Um chapadão e logo vias como deixavas de mamar” – Mas a minha mullher disse logo que eu era parvo e que isso não se dizia. Pronto… ok… Mas nesta altura já eu ria a bom rir (porque só podia). Mas quem é que vai a um programa de TV com um caso destes? – “Ai, o meu filho tem 7 anos e ainda mama. Eu ando desconfiada que não é normal”. – Acha? Ah pois não minha senhora. Não é normal. Mas a culpa não é do puto, de certeza. É da natureza masculina, minha senhora. O puto tem 7 anos mas não é parvo. Se dão mamã a um gajo, como é que se pode recusar? Eu, se pudesse, ainda hoje mamava de 3 em 3 horas.

No final houve muitos conselhos parvos (especialmente dados pela Merche) mas eu tenho a melhor sugestão: minha senhora, diga ao se filho (com 7 anos já percebe muita coisa, pois já está na idade de ver gajas no Magalhães) que se quiser mamar que vá mamar no pai. Garanto-lhe que o puto ganha cá um medo que começa logo a beber leite UCAL directamente do pacote. E sem chocolate! Que leite com chocolate é para panisgas.

Ó meus amigos… a Fátima tem nome de Santa mas não faz milagres. Certo?

Alerta! Alerta! É o Furacão Panisga! O que leva tudo na bisga! Serão os Ventos da Crise ou os Ventos que  levam a Crise? Isto mais parece um Furacão à Portuguesa. Sim, porque com este país nunca conseguimos ter nada em dimensões decentes. Mas basta uns ventinhos que levam de rojo uns caixotes do lixo, que deitam ao chão uns vasozinhos e umas arvorezinhas para estar tudo em alerta laranja ou camandro ou o catano.

Sócrates vai dizer que a culpa é da Crise. Ferreira Leita vai dizer que a culpa é do Sócrates. Sócrates responde dizendo “quem diz é quem é, nhã nhã nhã”. Louçã diz que o Sócrates é o parvo. Sócrates diz que Louçã é panisga. O PCP diz que são os “ventos da luta contra a reação”. Sócrates diz para Jerónimo de Sousa tomar os comprimidos. Paulo Portas tenta descobrir se houve alguma casa que ficou sem telhado por causa do vento, vai ter com os donos, dá-lhes umas beijocas enquanto é filmado e diz que a culpa é do Governo. Sócrates responde chamando-lhe, também, panisga. Por fim, os Verdes afirmam que isto é a revolta da natureza contra a humanidade e que o Governo está metido nisto. Sócrates chama o seu “pitbull”, Augusto Santos Silva, e solta-o em direcção à lider dos Verdes dizendo “busca busca Augusto, malha malha meu lindo“.

E este é o país que temos… Não há nenhum Obama por aí que queira tomar conta disto? Hein?

PS: se o meu blog for encerrado por causa deste post, a culpa é do Sócrates. Bom… e já sei que ele vai dizer que a culpa é do vento… como sempre…

Já estou há alguns dias a usar o Twitter como forma de comunicação. Confesso que nunca estive muito convencido para aderir. Mas o meu grande amigo Rui Garcia lá me convenceu a experimentar e, no fim de contas, até é divertido. Ele escreveu um post sobre o Twitter a explicar o que é e como usá-lo. Podem lê-lo aqui. Como ele diz, e eu concordo, o Twitter tem mais graça usado através de um dispositivo móvel, porque em qualquer altura pode nos apetecer dizer alguma coisa e… zás… é só escrever e publicar imediatamente. Por exemplo, ontem tive um jantar da tertúlia habitual da minha ex-tuna e fui colocando alguns posts com fotos (através do meu iPhone, que é o meu brinquedo preferido desde os tempos do berlinde e do skate) quando surgiam situações engraçadas e divertidas. Entendam o Twitter como um mini-blog, um diário, ou simplesmente um meio para divulgar pequenas informações. Se forem numa viagem, por exemplo, o Twitter pode ser uma maneira muito engraçada de ir relatando aos amigos ou família, os locais e situações por onde vamos passando. Na minha próxima viagem vou usá-lo para isso.

De qualquer forma, também acho que o Twitter não deve ser para abusar e passar o tempo a colocar posts. Eu, pelo menos, gosto de o usar de uma maneira soft… Mensagens curtas e algumas fotos pelo caminho fazem o efeito. E com poucos contactos porque senão perco-me nos seguimentos. Se algum dos meus amigos tiver Twitter podem me encontrar aqui em http://twitter.com/ruipman.

Já chegou o Magalhães lá a casa. Até que enfim! Depois de tanta espera o meu filho Tiago já pode, finalmente, ter um computador só dele para ver gajas à vontade.

Já o abri e, meus amigos, desenganem-se se acham que o computador é fraquinho. Apesar daquele ar de brinquedo retirado das lojas Imaginarium, que mais parece um cruzamento entre uma mala Louis Vuitton comprada numa loja chinesa e uma torradeira Moulinex, este portátil tem muitos atributos. Para mim só tem um defeito: é um pouco apanisgado. Mas enfim, são gostos… Amanhã vou explorá-lo um pouco mais a ver se dá para fazer um tunning :)

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Acabei de ver um programa na RTP1 com a (belíssima) Catarina Furtado sobre uma missão na Guiné, e que me faz pensar o quanto distantes nós estamos das dificuldades que existem noutras partes do planeta. Estamos nós a discutir uma crise financeira causada por baqueiros corruptos, somos geridos por políticos inaptos, quando, em muitas zonas do mundo, fazem-se partos à luz da vela… dá que pensar…

Bill Gates falava há dias, numa conferência da TED, sobre a Malária e de como seria fácil erradicá-la do planeta. Bastava que os países mais ricos fossem infectados pelo vírus desta doença. E para demonstrar isso, ele pegou num frasco com mosquitos e… largou-os na plateia. Felizmente foi só uma brincadeira, mas a mensagem foi transmitida. Podem ver o video aqui porque é muito interessante o seu discurso: http://www.ted.com/talks/bill_gates_unplugged.html

Já agora, o website do TED é muito interessante e aconselho a ver alguns dos gurus mundiais a falarem sobre tudo o que é assunto. Fica em www.ted.com.

Hoje o meu dia foi passado literalmente agarrado ao portátil da minha mulher Ana, a tentar solucionar um problema nas dobradiças do monitor LCD e que provocaram sérios danos na estrutura. Por outras palavras, a gaita do motinor estava preso por um fio… E dizem vocês – “Ai e tal ele, como é moço da informática, deve ter-se divertido à brava, a arranjar o computador, o sortudo.“. Não… não meus amigos. Eu sou programador, mexo em código, mas de hardware, ou como desmontar ou montar qualquer coisa num computador, percebo tanto como o Sócrates percebe de engenharia. Por isso a tarefa adivinhava-se difícil. Sabem qual é a sensação de (tentar) desmontar a porra de um monitor LCD de um ASUS sem perceber patavina onde mexer? E depois aquilo começar tudo a descambar? E haver peças por todo lado a cairem? Sabem? Então experimentem espetar alfinetes entre as unhas e a sensação é quase a mesma.

À medida que ía desmontando o monitor (quase sempre acompanhado de palavrões) fui-me apercebendo que os senhores asiáticos que fizeram este portátil deviam possuir muito boa visão e também deviam ter pouca sorte com mulheres. Porquê? Porque só um gajo que veja muito bem, e que faça pouco sexo (ou nenhum) é que se lembraria de colocar parafusos minúsculos (quase invisíveis) em lugares mais remotos do computador só para irritar. É má vontade do povo chinês! À medida que os ía descobrindo eu só dizia  – “Eia o filha da p**a do chinoca onde é que ele se lembrou de por o parafuso!…“. É que um gajo, miope como eu, tem tanta sensibilidade para coisinhas pequeninas como uma toupeira a passear ao ar livre em dias de sol.

Bom, de modo que a coisa foi correndo e, no final, lá consegui reparar o LCD. Pelo caminho decidi efectuar uma reengenharia ao monitor… Conclusão: sobraram 4 parafusos que, pelo aspecto que ficou o trabalho, não eram mesmo necessários. Quanto mais simples melhor. Os asiáticos deviam aprender com os tugas. De certeza que o portátil Magalhães nem parafusos deve ter. Deve ser tudo à base de rebites e encaixes tipo Lego. Assim é que é… Agora cá parafusos e mais parafusos… e dobradiças e fios… Logo mereço uma beijoca valente da minha mulher que me vai ver como um heroi ao conseguir arranjar o portátil dela. Só espero que ela não dê por falta dos 4 parafusos…

O antes:

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O depois:

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Bem… a pedido de muitas famílias aqui estou eu de volta ao mundo dos blogs. Não é que eu me tenha afastado. Aliás, tenho andado muito activo com blogs a nível profissional, mas já tinha falta de poder partilhar ideias com os meus amigos e escrever sobre elas. Escrever é bom. Tenho escrito muito, em especial código de programação e manuais de software. Uff… E quantas linhas já escrevi! Mas neste blog vou apenas escrever sobre coisas da vida. Falar dos filhos, da família, de coisas que vejo, que leio, que sinto. Falar de tudo e partilhar com os amigos.

Por isso preparem-se: Pman is back! Vamos conversar muito, falar sobre tudo e, principalmente, dar umas boas gargalhadas porque de tristezas já eu e todos andamos fartos.

Ah… e para aqueles que seguiam o outro blog em http://thinklikepman.blogspot.com/, informo que desactivei-o. Azarinho.. já tava farto dele… Fiquem atentos a este.

À minha família, que eu amo muito!