Devido ao medo da gripe suína, no mundo inteiro, e em especial nos EUA, aumenta o preconceito contra os mexicanos. Má altura para usar sombrero…

PS: dedico este “Cromelec” ao Vasco Granja, em homenagem ao homem que me mostrou pela 1ª vez o que era banda desenhada e desenhos animados. Até sempre!

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Por mim, eu acho que isto da Gripe Suína (ou Gripe A, agora renomeada, de forma politicamente correcta…) tem muito material para desenhar e por isso vou aproveitando. Coitados dos porcos… Taditos…

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… aqui ficam os 2 últimos (e a cores!). Estão também no Facebook em http://www.facebook.com/home.php#/group.php?gid=75004668173.

Espero que gostem.

Gripe Suína

O telemóvel do Obama

Andei a vasculhar o meu “baú” antigo de desenhos e descobri, entre muitos desenhos que fiz, uns quantos cartoons que me deram um grande gozo fazer. Publiquei-os na minha conta do Facebook em http://www.facebook.com/album.php?aid=2022110&id=1101812701&l=c69f2363fc. Podem ir lá vê-los e comentar. Aviso, desde já, que se tratam de cartoons de 1989 (20 anos!!), tinha eu 17 aninhos. Chuinf… Que novinho…

Brevemente volto a publicar cartoons mas, desta vez, actuais. Decidi voltar a desenhar. Sinceramente, nunca percebi porque é que deixei-me disso. Perdi a paxorra… Mas agora estou de volta!

Eu sempre gostei de desenhar. Em puto era fanático por BD. Mas um gajo vai para velho e vai perdendo a genica para desenhar uns bonecos. Acontece que o “bichinho” fica sempre lá e há alturas em que vou dando uns rabiscos “às escondidas” só para meu prazer. Agora, acho que chegou a hora de começar a por cá para fora alguns.Vou iniciar uma série de comics a que chamei “Na Era dos Cromelecs”. São piadas que vou reunindo, e passando para desenho, em que os assuntos passam muito pelo mundo de “cromos” e “geeks” em que vivemos agora. Ah, o nome “Cromelec” foi inspirado num termo que a minha amiga Pespireta usa muito para descrever os tais “cromos” que por aí andam.

Os desenhos ainda estão um pouco “ferrujentos” e vou tentar aprender umas técnicas de desenho digital. Pode ser que volte ao hobby de desenhar novamente, porque isto de ser um “cromlec” da programação também cansa. Espero que gostem.

“Na Era dos Cromelecs Nº 1″

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Blog do mê amigo mestre Tóino, o Charroco da Prrofundurra em http://charroquedaprrofundurra.blogspot.com/. É o diário simples de um pescador setubalense na sua faina diária. E cuidado… podem cair de cu com o riso :)

PS: blog mantido pelo meu amigo

Não… não estranhem o título. Eu já explico. Hoje de manhã recebo uma chamada de uma senhora que dizia pertencer a um qualquer centro de apoio a toxicodependentes em Fátima. A senhora tinha uma vozinha muito melosa e insistia em me tratar por “sr. engenheiro”, o que me começou a irritar. Aparentemente, o centro do qual a senhora fazia parte, estava a fazer uma campanha junto das empresas onde procurava vender material de escritorio, economato e até… papel higiénico (??!!) tudo devidamente embalado. Por quem? Por toxicodependentes. Epa boa ideia! Não… não é. Uma pergunta: então mas o papel higiénico nos hipermercados já não vem embalado? Ou existe papel higiénico a granel que a malta depois embrulha?

Das duas, uma: ou a senhora estava a enganar-me, o que só demonstra a péssima ideia de trapaça, pois acho que não vai conseguir enganar muita gente a querer comprar papel higiénico embalado por toxicodependentes. Ou então, o tal centro existe mesmo e isto é mesmo uma ideia para apoiar os coitados, o que demonstra igualmente que tal ideia só pode ter sido concebida por um “génio” do marketing ou por alguém com uma brutal pedrada. Talvez a ideia tenha surgido em algum trabalho de grupo numa workshop de “Marketing para ex-toxicodependentes”.

- “Ó sra. doutora, precisamos de uma ideia aqui para o centro para angariar dinheiro para os toxidependentes.”

- “Ah sim, bravo! Então eu sugiro comprarmos papel higiénico, embalá-lo e vender a empresas. hein? Que tal?

-”Ó sra. doutora, já tomou a sua medicamentação hoje?

Seja como for, mandei passear a mulher do telefonema. Eu concordo plenamente em ajudar toxicodependentes a reintegrarem-se na sociedade. Mas, pô-los a “embalar” economato e papel higiénico?! Na minha modéstia opinião, isso é o primeiro passo para um gajo começar a chutar p’ra veia novamente. E, desculpem lá, mas eu nunca iria limpar o cu a um pedaço de folha embrulhado a granel. Para mim tem que ser sempre folha dupla e aveludada, que é para não se me encravarem os pêlos.

Estou de volta ao meu blog para dizer o quanto é difícil, mas muito bom, ser Pai. Agarrei no meu “amigo” iPhone e decidi escrever isto. Hoje tive uma briga com o meu filho Tiago, que já durava há uns dias. Situação normal, mas explosiva, quando juntamos um miúdo de 8 anos que julga saber já tudo sobre tudo, e um pai que acha que o seu filho ainda é muito novo para ter certas atitudes. E porque é que eu adoro ser Pai? Porque a magia está no que vem depois da zanga, quando conversamos de homem para homem e resolvemos os problemas como gajos. Sim, que se lixem os machismos! Gajos resolvem os problemas falando e pondo tudo cá para fora. E foi o que fizemos.
No final da conversa tudo ficou esclarecido e em paz. Se o meu filho tivesse 18 anos dávamos umas gargalhadas e íamos beber uma cervejola os dois. Como ele tem só 8 anos, tive o beijo e o abraço mais delicioso que recebi nos últimos tempos. E, confesso… Uma lagrimazita no fim. Mas que gaita! Homens também choram!

Ora aí está só o que faltava ao Parlamento português: um pouco de real porrada. A história passou-se, como já todos devem saber, com dois deputados (um do PS, outro do PSD) onde, ao responder a uma “private joke” mais azeda do seu colega, o deputado do PSD “elevou” a fineza da conversa e cá vai disto, manda o colega para uma zona normalmente associada ao pénis humano. Bolas! Até que enfim que um gajo vê conversa d’homem no Parlamento. Não tarda nada, os deputados, estão a levar grades de “mines” e sandes de coirato para o emissículo. Daí a começarem a cospir para o chão e a coçar os tomates enquanto discursam, vai ser um pulinho. Isto fez-me lembrar as brigas em puto que começavam sempre com a famosa frase “Lá fora levas!”.

Se a moda pega, já imagino as bocas que vão começar a existir no Parlamento:

- Sr. 1º ministro… o sr. mente quando afirma que há menos desemprego.

- Ai minto? Ó Manela… chupa-me os pistões e cala-te!

Ando para contar esta há que tempos. Há dias (uma… duas semanas, talvez) numa reportagem do jornal da SIC, falou-se de que até já os coveiros têm cursos de formação profissional. Ao entrevistarem um profissional “técnico do enterramento”, a jornalista perguntou em como tinha melhorado a sua profissão. E o senhor respondeu – “Bem, olhe…  ajudou-me a falar melhor com os clientes.”.  Espera aí… Então?… Mas os clientes de um cemitério não são… os… err… defuntos? Imagino como seja, agora, um funeral:

- Oh xenhor? Cumo quer? Baixo-lhe debagarinho ou com forxa?

- (silêncio)

- Hein??? Xenhor? Xenhor?

- (silêncio)

- Oh Jéi! Tu num bês que o home tá morto e no caixão?

- Pois sim, mas na formaxão enxinabam que debiamos falar com os clientes. E eu estou a falar. Mas digo-te, que esta gente óspois de morta é mesmo muito antipática. Nem uma palabrinha…

… I love this country :)